A Netflix subiu e isso são por ano.
Passou de para . Antes disso esteve estável.
Com base em seis meses dos teus dados
Estás a ver a tua margem até 24 de outubro. Assume que o salário entra a 24, como aconteceu nos últimos 6 meses. É uma previsão, e muda a cada movimento novo.
Passou de para . Antes disso esteve estável.
Com base em seis meses dos teus dados
São 5 pagamentos fixos — por ano, se nada mudar.
Com base em seis meses dos teus dados
O Fundo de emergência está em . Isto é aritmética sobre a tua margem, não um conselho.
Assume que o salário entra a 24, como aconteceu nos últimos 6 meses. A margem é uma previsão, não um saldo.
Com base em seis meses dos teus dados
Nada se move sem passares por um ecrã que diz o valor exato, de onde sai e para onde vai.
Nataly, sei responder sobre os teus movimentos, os teus pagamentos recorrentes e a margem que tens até ao próximo salário. Cada número abre a lista de movimentos de onde saiu.
O Buddy é assistência automática. Os números vêm dos teus movimentos; as frases são modelos fixos escritos por pessoas.
Toca numa pergunta para ler a resposta exata. Nenhuma delas é um erro: são estados desenhados.
Desligar não tira nada aos teus números. Tira-lhes as frases.
Desligado significa zero chamadas a qualquer modelo, de qualquer ecrã — incluindo a pesquisa e as sugestões de categoria. E não te voltamos a pedir para ligar.
Há um motor de cálculo determinístico por baixo disto. Ele soma, subtrai e projeta a partir dos teus movimentos, com a mesma função a dar sempre o mesmo resultado. As frases são modelos fixos, escritos por pessoas, com buracos onde os números entram. Nenhuma frase pode inventar uma figura porque não há sítio onde uma figura inventada possa aparecer: um modelo com um número escrito à mão é recusado pelo código antes de chegar ao ecrã.
Toca em qualquer número e vês a lista exata que o produziu, com a soma ao fundo. A soma tem de dar o número que te mostrámos — se não der, o erro é nosso e o cartão não devia ter aparecido. É assim que verificas as nossas contas em vez de confiar nelas.
O Buddy nunca move dinheiro. Propõe. Qualquer proposta passa por um ecrã que diz o valor exato, de onde sai, para onde vai e quando, com o valor editável e a lista de provas à vista. Confirmar é teu, com biometria ou PIN, exatamente como num pagamento que tu começaste. Se mudares o valor, a autenticação é reposta.
Não escolhe investimentos, não diz se consegues pagar um crédito e não nomeia produtos como bons para ti. Quando lhe falta um pressuposto que não pode inventar, diz só o que consegue citar e para. Uma resposta mais magra que não se confunde com um conselho vale mais do que uma mais cheia que se confunde.
A descrição de um movimento é escrita por quem te cobra, e a referência de uma transferência é escrita por quem te envia o dinheiro. Qualquer pessoa que te consiga enviar um cêntimo consegue escrever texto que chega até aqui. Esse texto é limpo, delimitado e tratado como o que é: dados sem nenhuma autoridade para dar ordens.
Os dados são fictícios e fixos. Nenhum movimento aqui é real, nenhuma confirmação move nada, e nenhum contacto de apoio nesta demonstração foi verificado — onde aparece um, aparece marcado como tal.
No máximo 3 cartões por semana, e no máximo um aviso. Avisos sobre dinheiro que falta num dia concreto não contam para esse limite — chegam quando chegam, porque chegar a tempo é o que os torna úteis.